quarta-feira, 12 de março de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Gosto de bolo, de pizza, de biscoito.
Evito as beradas.
Gosto mesmo é da parte do meio, do recheio.
Gosto do sabor.
Evito as beradas.
Gosto mesmo é da parte do meio, do recheio.
Gosto do sabor.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
"O coração que se desfez não morrerá pra vocês".
Palavras do próprio Liô. Como ele poderia prever?
Às vezes não consigo entender algumas coisas que me ocorrem. Sou capaz de conviver diariamente com uma pessoa e no fim não me sentir ligada a ela e de maneira contrária, posso sentir um carinho grande por alguém que conheço há poucos dias.
Aqui falo sobre amizade e não de amor entre homem e mulher. Mas peraí!!! Eu acredito plenamente em amizade entre homem e mulher e também acredito que amizade é uma forma de amar. Bem, espero que tenha entendido!
Estes dias eu e Mayra estamos tendo certas crises de saudades de Sr. Liô Mariz. Ele é um jovem músico que trabalha no céu. Pouco sabemos dele, mas tivemos a oportunidade de “nos despedir”, pena que isso aconteceu no mesmo dia em que o conhecemos.
Liô tocava na banda Som da Rua, aqui do Rio de Janeiro e que estava crescendo, alcançando o que tanto batalhava e eu e minha irmã somos fãs das músicas da banda. Ele era muito talentoso, o que foi comprovado em vida. Também era muito querido, que ficou ainda mais claro com a sua precoce morte.
Esse é meu medo: perceber o quanto gosto de alguém quando perdê-la. Cheio de lições isso aqui, mas a minha cabeça é assim mesmo.
Voltando...
Eu não consigo entender como pode haver tanto sentimentos por alguém que tive pouco contato. Mas como diz dona Clarice: “viver ultrapassa todo entendimento”.
Eu não sei como é morrer. Ninguém que já morreu voltou pra me dizer como é, mas eu acredito em algumas coisas que, como Daniel diz “foram criadas pra consolar quem vive”. Eu acredito que quando morrer vou pro céu e lá encontrarei quem já morreu e sem dúvidas, a pessoa que mais espero ver é esse cara de quem falo aqui.

XXX
Às vezes não consigo entender algumas coisas que me ocorrem. Sou capaz de conviver diariamente com uma pessoa e no fim não me sentir ligada a ela e de maneira contrária, posso sentir um carinho grande por alguém que conheço há poucos dias.
Aqui falo sobre amizade e não de amor entre homem e mulher. Mas peraí!!! Eu acredito plenamente em amizade entre homem e mulher e também acredito que amizade é uma forma de amar. Bem, espero que tenha entendido!
Estes dias eu e Mayra estamos tendo certas crises de saudades de Sr. Liô Mariz. Ele é um jovem músico que trabalha no céu. Pouco sabemos dele, mas tivemos a oportunidade de “nos despedir”, pena que isso aconteceu no mesmo dia em que o conhecemos.
Liô tocava na banda Som da Rua, aqui do Rio de Janeiro e que estava crescendo, alcançando o que tanto batalhava e eu e minha irmã somos fãs das músicas da banda. Ele era muito talentoso, o que foi comprovado em vida. Também era muito querido, que ficou ainda mais claro com a sua precoce morte.
Esse é meu medo: perceber o quanto gosto de alguém quando perdê-la. Cheio de lições isso aqui, mas a minha cabeça é assim mesmo.
Voltando...
Eu não consigo entender como pode haver tanto sentimentos por alguém que tive pouco contato. Mas como diz dona Clarice: “viver ultrapassa todo entendimento”.
Eu não sei como é morrer. Ninguém que já morreu voltou pra me dizer como é, mas eu acredito em algumas coisas que, como Daniel diz “foram criadas pra consolar quem vive”. Eu acredito que quando morrer vou pro céu e lá encontrarei quem já morreu e sem dúvidas, a pessoa que mais espero ver é esse cara de quem falo aqui.

Visivelmente bonito... mas o que interessava mesmo, nem todo mundo pode ver.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Não sei se isso acontece em todos os lugares do mundo ou pelo menos do Brasil.
Sábado passado, ao entrar em uma loja pra comprar um pacote de copos e guardanapos descartáveis, o cara-mau-encarado-segurança-porteiro-severino me informou que eu deveria colocar minha mochila dentro de uma sacola de plástico que seria lacrada antes de entrar na loja.
QUE RAIVA!!!
Eu tenho culpa se a loja não investe em segurança para evitar pequenos furtos???
Te digo que fiquei um tanto quanto revoltada!!!
Estaria ele insinuando que eu iria roubar algo???
Aiaiai...
Sábado passado, ao entrar em uma loja pra comprar um pacote de copos e guardanapos descartáveis, o cara-mau-encarado-segurança-porteiro-severino me informou que eu deveria colocar minha mochila dentro de uma sacola de plástico que seria lacrada antes de entrar na loja.
QUE RAIVA!!!
Eu tenho culpa se a loja não investe em segurança para evitar pequenos furtos???
Te digo que fiquei um tanto quanto revoltada!!!
Estaria ele insinuando que eu iria roubar algo???
Aiaiai...
sábado, 22 de setembro de 2007
Tempo, olha onde estamos!
Notei que sempre que entro numa momento esquisito da minha vidinha, acabo retomando um vício da minha adolescência: Backstreet Boys. Às vezes parece ridículo isso, mas é verdade. Na verdade, a fase ridícula já passou (está registrada em vídeos) e é capaz de decepcionar metade das pessoas que me conhecem e me acham legal, ou pelo menos normal.
Sei que já são uns 10 anos acompanhando o que eles fazem e tal, mas agora eu não acredito mais que vou me casar com o Brian. No entanto, continuo achando-os muito talentosos. Sim, eles cantam bem em estúdio e ao vivo!
Enfim, baixei um milhão de coisas do grupitcho americano. Músicas, videoclipes, shows, etc. Daí estava vendo uma apresentação deles num evento na Disney, onde eles cantaram o hit 'Quit playing games' do 1º álbum, quando me deparei com uma cena tão ridícula quanto meu fanatismo histérico: 4 homens, todos adultos e normais fazendo passinhos ridículos de dança enquanto 1 canta mais a frente.
MORAL DA HISTÓRIA:
É engraçado notar que foi necessário muito tempo pra eu conseguir separar o joio do trigo, mas ainda bem que existe o tempo!

Sei que já são uns 10 anos acompanhando o que eles fazem e tal, mas agora eu não acredito mais que vou me casar com o Brian. No entanto, continuo achando-os muito talentosos. Sim, eles cantam bem em estúdio e ao vivo!
Enfim, baixei um milhão de coisas do grupitcho americano. Músicas, videoclipes, shows, etc. Daí estava vendo uma apresentação deles num evento na Disney, onde eles cantaram o hit 'Quit playing games' do 1º álbum, quando me deparei com uma cena tão ridícula quanto meu fanatismo histérico: 4 homens, todos adultos e normais fazendo passinhos ridículos de dança enquanto 1 canta mais a frente.
MORAL DA HISTÓRIA:
É engraçado notar que foi necessário muito tempo pra eu conseguir separar o joio do trigo, mas ainda bem que existe o tempo!

OBSERVAÇÃO:
Não me arrependo de nada que fiz e de nenhum centavo que gastei (dos meus pais). Continuo acreditando que isso faz parte da vida e só eu sei como foi importante pra mim.
Ah, se eles vierem ao Brasil, eu vou assistir o show!
Ah, se eles vierem ao Brasil, eu vou assistir o show!
domingo, 19 de agosto de 2007
sábado, 11 de agosto de 2007
Por não estarem distraídos
Havia a levíssima embriaguez de andarem juntos, a alegria como quando se sente a garganta um pouco seca e se vê que, por admiração, se estava de boca entreaberta: eles respiravam de antemão o ar que estava à frente, e ter esta sede era a própria água deles.
Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não.
Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram.
Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
Clarice Lispector
Andavam por ruas e ruas falando e rindo, falavam e riam para dar matéria peso à levíssima embriaguez que era a alegria da sede deles. Por causa de carros e pessoas, às vezes eles se tocavam, e ao toque - a sede é a graça, mas as águas são uma beleza de escuras - e ao toque brilhava o brilho da água deles, a boca ficando um pouco mais seca de admiração. Como eles admiravam estarem juntos! Até que tudo se transformou em não.
Tudo se transformou em não quando eles quiseram essa mesma alegria deles. Então a grande dança dos erros. O cerimonial das palavras desacertadas. Ele procurava e não via, ela não via que ele não vira, ela que, estava ali, no entanto. No entanto ele que estava ali. Tudo errou, e havia a grande poeira das ruas, e quanto mais erravam, mais com aspereza queriam, sem um sorriso. Tudo só porque tinham prestado atenção, só porque não estavam bastante distraídos. Só porque, de súbito exigentes e duros, quiseram ter o que já tinham. Tudo porque quiseram dar um nome; porque quiseram ser, eles que eram.
Foram então aprender que, não se estando distraído, o telefone não toca, e é preciso sair de casa para que a carta chegue, e quando o telefone finalmente toca, o deserto da espera já cortou os fios. Tudo, tudo por não estarem mais distraídos.
Clarice Lispector
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